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terça-feira, 11 de maio de 2010

Direitos Humanos

Por iniciativa de uma colega, que encaminhou o artigo publicado no blog “Pela Legitima Defesa”, estou disponibilizando quatro vídeos (2’17, 1’30, 9’10 e 9’11 - YouTube), das matérias vinculadas no Jornal da Globo e programa noturno do Jô, que trata de Direito Humanos, abordando assuntos polêmicos, no chamado PNDH – 3 (Programa Nacional de Direitos Humanos – 3).

A opinião dos comentarias e entrevistados, pinçam pontos importantes sobre censura, riscos, e demais providências que nossos governantes estão propondo.


Agradecimentos:

A futura Advogada Sandra

Ao site Pela Legitima Defesa: http://pelalegitimadefesa.org.br/blog/?p=595

Rte,

Peter


"PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS" O BRASIL RUMO AO SOCIALISMO


Ives Gandra fala sobre PNDH-3 no Jô Soares - PARTE 1




Ives Gandra fala sobre PNDH-3 no Jô Soares - PARTE 2




Arnaldo Jabor sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH III)


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sistema judiciário prisional em xeque

O texto do juiz americano (veja o link publicado no site Consultor Jurídico, de 13-03-10), na justificativa de sua decisão ao negar pedido de extradição de brasileiro que foi processado por crimes sexuais, no estado de Nevada, cidade de Las Vegas, reporta exatamente o momento da imagem do nosso judiciário e penitenciário do Brasil.

Ao ver a notícia do caso dos adolescentes vitimados por homicídio e crimes contra a dignidade sexual, o réu confesso apareceu morto na cela da delegacia, onde aguardava para ser transferido.

As perguntas conseqüentes destas notícias são: O estado não deveria zelar pelo seu custodiado? Outra: Nossos homens e mulheres responsáveis pela guarda, processamento e punição de um ser humano, estão corretos? Independente da causa, que esta sendo processado ou condenado um ser humano, não deveria seguir o brocardo “réus sacra res est” – o réu preso é coisa sagrada? Quem deve se mobilizar para corrigir esta deficiência: executivo, legislativo ou judiciário?

Existem diversas perguntas a serem feitas.

Este subscritor, apenas reclama, mas reclama por não ter condições de mobilizar ou organizar um movimento para colaborar com os habitantes da terra. Estou com sensação de impotência, diante de tantas atitudes humanas.

O poder modifica o homem!

Rte,

Peter

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Qual é o sentido de ser processado?

Muitos ainda em processo de aperfeiçoamento intelectual, não sabe responder a pergunta, o que preocupa este subscritor, que já viu abusos e excessos, mas também faltas e menosprezo.

Já devem ter ouvido falar: “Se podem o mais, por que não o menos.”

Pois é, na forma cotidiana e rotineira, vejo isto dentro dos recintos políticos e judiciários, além é claro no convívio entre os cidadãos.

Mas o que fazer para controlar? Esta é uma pergunta que como muitas, seguem sem resposta, e rumo.

Sabemos que devemos lutar, alias a luta é dos seres vivos, que enfrentam desde os primórdios terrestres, como forma de sobrevivência. “Já vi isto no filme: LULA”

Cada um adapta a sua consciência e condição, que certamente estará sob julgamento de outro par.

Quem sabe e se controla, evita a justiça, que será decidida por um HOMEM!

Há quem acusa e há quem defenda, neste caso, os motivos controversos, são defendidos sob a condição de técnicas, por advogados, promotores, delegados, membros do legislativo, executivo e judiciário, até mesmo por nós, meros seres humanos vítimas da imbecilidade humana.

A TV é um exemplo da ciência, que serve esta imbecilidade humana, vemos, graças a elas, uma verdadeira luta para agradar “Romanos”. Este “Coliseu” terrestre é para todos se digladiarem, os Máximos, vestem suas armaduras para enfrentar os Cômodos. Será uma ironia o significado de Cômodo, que segundo o AURÉLIO, significa vantajoso, mas e os incômodos? Desejar os cômodos sem os incômodos é como o êxtase de uma vitória, que à custa da derrota, se saboreia ignorando o vencido. Alias quem vê o vencido, tem compaixão ou respeito?

Vemos isto cotidianamente, em filmes, futebol, BBB, um verdadeiro vale tudo.

Na política e no judiciário é assim?

Rte,

Peter